Comissão Própria de Avaliação - CPA

Avaliação

  • NO BRASIL
  • NA UESC
  • COMPOSIÇÃO DA CPA

O processo de Avaliação Institucional no Brasil remonta ao ano de 1993, quando o Ministério da Educação e Cultura – MEC, através da Secretaria do Ensino Superior – SESU, concebeu o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras – PAIUB, consoante com a idéia de que a Universidade Brasileira precisava rever seu papel e refletir sobre o seu fazer acadêmico, sob o caráter de livre adesão das universidades, traçou os seguintes objetivos:

  1. impulsionar um processo criativo de autocrítica da instituição, como evidência da vontade política de auto avaliar-se, para garantir a qualidade da ação universitária e para prestar contas à sociedade da consonância dessa ação com as demandas científicas e sociais da atualidade;
  2. conhecer, numa atitude diagnóstica, como se realizam e se inter-relacionam na universidade, as tarefas acadêmicas em suas dimensões de ensino, pesquisa, extensão e administração;
  3. re-estabelecer compromissos com a sociedade, explicitando as diretrizes de um projeto pedagógico e os fundamentos de um programa sistemático e participativo de avaliação que permita o constante re-ordenamento, consolidação e/ou reformulação das ações da Universidade;
  4. repensar objetivos, modos de atuação e resultados na perspectiva de uma Universidade mais consentânea com o momento histórico em que se insere;
  5. estudar e propor mudanças ao cotidiano das tarefas acadêmicas do ensino, da pesquisa e da extensão, contribuindo para a formulação de projetos pedagógicos socialmente legitimados e relevantes. 

A Comissão de Avaliação Interna, entretanto, promoveu a continuidade do projeto concebido, em todo o período, no que pese as dificuldades enfrentadas e a mudança de enfoque promovida pelo MEC, a partir de 1996, com a criação do “PROVÃO” e nova ênfase na avaliação.

Tal instrumento de avaliação, de caráter externo, foi extinto e substituído pelo atual processo de avaliação externa, em 2004, através do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, no bojo do novo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, no qual se insere o redirecionamento de diretrizes para avaliação de instituições, curso e desempenho dos estudantes, traçados pela Comissão de Avaliação de Educação Superior – CONAES.

CONTEXTO HISTÓRICO

O processo de Avaliação Institucional na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, como programa institucional, remonta ao ano de 1993, quando o Ministério da Educação e Cultura – MEC, através da Secretaria do Ensino Superior – SESU, concebeu o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras – PAIUB, consoante com a idéia de que a Universidade Brasileira precisava rever seu papel e refletir sobre o seu fazer acadêmico.

O Projeto apresentado pela UESC, naquela ocasião, foi um dos 12 (doze) aprovados pelo MEC e implantado a partir de 1994, constituindo-se, pois, uma das primeiras iniciativas de universidades brasileiras a procurar desenvolver um processo de avaliação do conjunto de suas atividades e estruturas, por decisão e iniciativas próprias.
Assim, iniciou-se o processo de avaliação na Instituição, que contou, inicialmente, com uma série de atividades de sensibilização e esclarecimento da comunidade acadêmica, quando foram realizados seminários gerais (com convidados de outras Instituições) e setoriais (visitas aos departamentos e colegiados a fim de prestar esclarecimentos sobre o processo), com vistas à preparação das etapas desenvolvidas posteriormente.
Com a participação dos Colegiados e Departamentos, foram feitos levantamentos da trajetória e situação didático-pedagógica dos cursos, foram aplicados questionários juntos aos estudantes, com o objetivo de mapear os principais indicadores de problemas curriculares e pedagógicos, sugestivos de intervenção de processos, da estrutura e funcionamento dos cursos, do nível de envolvimento de professores, alunos, dirigentes e servidores técnico-administrativos, e do nível de satisfação dos discentes, relacionado às atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como suas expectativas quanto à sua formação acadêmica. Os resultados revelaram aspectos da situação acadêmica e da estrutura administrativa da UESC que desencadearam diversas modificaram, dentre outras, as matrizes curriculares.
Nos 10 anos de sua vigência, o Projeto desenvolveu diversas ações, produziu diversos relatórios setoriais e globais, redefiniu e atualizou programas e instrumentos de análise, recebeu visita de uma Comissão Externa, em 1999, que analisou diversos aspectos da estrutura e funcionamento da universidade e, propôs alguns ajustes, entre outras atividades.

A Comissão de Avaliação interna, entretanto, promoveu a continuidade do projeto concebido, em todo o período, no que pese as dificuldades enfrentadas e a mudança de enfoque promovida pelo MEC, a partir de 1996, com a criação do "PROVÃO" e nova ênfase na avaliação.

Tal instrumento de avaliação, de caráter externo, foi extinto e substituído pelo atual processo de avaliação externa, em 2004, através do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, no bojo do novo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, no qual insere-se o redirecionamento de diretrizes para avaliação de instituições, curso e desempenho dos estudantes, traçados pela Comissão de Avaliação de Educação Superior – CONAES.

No que concerne à singularidade da experiência de Avaliação Institucional, a UESC tem buscado instaurar uma cultura de avaliação sob bases sólidas, uma vez que se constitui em instrumento importante na articulação com Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI.


  • Marcelo Inácio Ferreira Ferraz
    Presidente

  • Elias Lins Guimarães – representante da PROGRAD
    Márcia Morel – suplente

  • Neurivaldo José de Guzzi Filho – representante da PROEX
    Flávia Alessandra de Souza – suplente

  • Adelina Prado Caldas Neri – representante da PROAD
    Luciano dos Santos Farias – suplente

  • Daniela Mariano Lopes da Silva – representante da PROPP
    Miriam Sanae Tokumoto – suplente

  • José Messias Batista Dias – representante da PROJUR
    Lahiri Lourenço Argôlo – suplente

  • Marcelo da Silva Lins – representante docente
     Emerson Antonio Rocha Melo Lucena - suplente

  • Luciana Santos Leitão – representante docente
    José Luiz de França Filho – suplente

  • Marco Aurélio Costa Oliveira – representante dos Técnicos
    João José dos Santos – suplente

  • Rafael Bertoldo dos Santos – representante dos Técnicos
    Matheus Gonzaga Teles – suplente

  • Tamiles Batista Messias – representante discente
    Uigue Santos Souza Nunes – suplente

  • Renato Fontana – membro colaborador

  • Júlia Maria da Silva Oliveira – membro colaborador

  • Sandra Lima Borges – Membro colaborador









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