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Estudantes
do PRODAPE atuam como bolsistas de Pesquisa financiada pelo MEC.
O
desenvolvimento da pesquisa UESC
em preto e branco
é feito por um grupo de dez estudantes acompanhados pelo
PRODAPE. Na condição de bolsistas da pesquisa estes
estudantes fazem estudos teóricos e atividades práticas,
além de receber, mensalmente, um recurso financeiro, o que
potencializa a permanência qualitativa deste
grupo na Universidade.
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Prodape
realiza aula inaugural do curso de Especialização em
Educação
e Relações Étnico-Raciais.
O Prodape
iniciou no dia 13 de fevereiro de 2006 o curso de Especialização
em Educação
e Relações Étnico-Raciais, com
aula inaugural proferida por João Nogueira, representante da
Secretaria Especial de Políticas de Promoção
da Igualdade Racial(SEPPIR). Na ocasião foram debatidas questões
importantes para o currículo do curso e também para
a compreensão do painel das Ações Afirmativas
no Brasil.
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Pré-Universitários
para negros e excluídos oportuniza o acesso a universidade.
Foi
realizada no dia 10 de julho a aula inaugural do PRUNE, cujo tema "Políticas Públicas para a maioria negra - o Sistema de Cotas na Universidade”, foi debatido por professores/as e militantes do movimento negro.
O PRUNE funciona com duas turmas, em Ilhéus e em Itabuna, totalizando 120 estudantes, prioritariamente
negros e indígenas das classes populares, sendo financiado
com recursos do Ministério da Educação, pelo
edital de Programas Inovadores de Curso (PIC). Além das aulas das disciplinas direcionadas ao vestibular os
estudantes participam de oficinas temáticas, visita ao
cinema, orientação profissional, círculos de
debate sobre cidadania, dentre outras atividades referentes à
questões culturais e políticas
de nossa sociedade.
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Estudantes
da Especialização em Educação Étnicos
Raciais apresentam seus objetos de pesquisa
à
comunidade acadêmica.
Os
estudantes do curso de Especialização em Educação
e Relações Étnico Raciais da UESC discutem com
professores/as e colegas os seus objetos de pesquisa. A coordenação
do curso espera que os trabalhos atendam aos interesses da população
negra, que, como demonstram os diversos indicadores sociais, continua enfrentando
situações de desigualdade em todos as esferas sociais,
além de ainda ter a sua cultura negada nos currículos escolares.
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Prodape
desenvolve oficinas e seminários.
O Prodape desenvolveu, com a colaboração de
professores/as, estudantes da UESC e militantes da causa negra,
variadas oficinas que integram o programa de acompanhamento aos
estudantes egressos de pré-universitários populares.
Já foram realizadas as oficinas de Informática
Básica (04-05/2005), Identidade Étnico-Racial
(28/08-01/09/06), Metodologia do Trabalho Cientifico (28/08-01/09/06),
Matemática Básica (21-24/08/06) e Educação
Popular(24-25/08/06). Os estudantes avaliam as oficinas como
fundamentais para a permanência qualitativa nos cursos que
freqüentam, bem como para a ampliação de sua
consciência crítica e fortalecimento identitário.
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Assembléia define criação do Comitê Pro-Cotas Raciais na UESC.
Em
Assembléia histórica, realizada em abril de
2006, movimentos sociais regionais, representantes de partidos políticos,
estudantes de cursos pré-universitários populares e da
Especialização em Educação e Relações
Étnico Raciais da UESC deliberaram a criação do
Comitê Pro-Cotas Raciais na UESC. O ingresso de estudantes negros
e indígenas da escola pública nas universidades através
de cotas já é uma realidade em muitas Instituições
do Ensino Superior do Brasil – na Bahia, das 06 universidades,
04 já tem cotas raciais: UFBA, UFRB, UNEB, UEFS -, cenário
que representa os anseios e as lutas contra os processos de exclusão
da população negra brasileira.
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Prodape
realiza Pesquisa de Amostragem Étnico-Racial na UESC e região
A
pesquisa intitulada UESC
em preto e branco vem sendo desenvolvida desde
agosto do corrente ano, tendo como objetivo conhecer a composição
racial do grupo de vestibulandos/as, ingressantes e graduandos/as
da UESC e também dos/as estudantes do 3º ano do Ensino
Médio da região. Traçar um perfil racial deste
grupo é de fundamental importância para a implementação
de políticas de ações afirmativas para a população
negra, necessárias no processo de democratização
desta Universidade.
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PRODAPE desenvolve Grupo de Estudos.
Além
das oficinas técnicas e formativas os estudantes do Prodape
participam também de grupos de estudo relacionados à
temática étnico-racial. Durante todo o ano formam
discutidos temas de alcance nacional e regionais: Identidade Racial; Racismo;
Composição racial da população; Cultura
Africana e Afro-Brasileira; Lei 10.639/03; Ações Afirmativas.
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PRODAPE
aprova novo programa em Edital UNIAFRO, do MEC
Com
a aprovação no II edital do UNIAFRO (SESU/MEC) será ampliada a Pesquisa de Amostragem Étnico-Racial
e será oferecida mais uma turma da Especialização
em Educação
e Relações Étnico-Raciais,
desta vez atendendo a 60 docentes da Educação Básica.
Além destas ações, serão desenvolvidos
mais três linhas de atuação: a Afro-descendência
afirmada ,o Portal Bantu-Iê e o Fórum Pro-Lei 10639/03.
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Prodape
realiza aula inaugural da segunda turma do curso de Especialização
em Educação e Relações Étnico-Raciais
A segunda turma do curso de especialização deu início
às atividades no dia 05 de outubro de 2006, tendo como palestrante
da aula inaugural a professora e escritora Rachel Oliveira, militante
do movimento negro e educadora da rede municipal de São Paulo.
No evento foram abordados questões referentes à presença
do negro no currículo escolar, bem como às estratégias
de combate ao preconceito racial no espaço escolar
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Prodape
participa da II Conferência de Intelectuais da África e
da Diáspora – CIAD
A
coordenação do PRODAPE esteve presente em importante evento
da militância e intelectualidade negra, o CIAD, ocorrido em julho
do presente ano, na cidade de Salvador-BA. Esta Conferência contou
com representações políticas e intelectuais brasileiras
e também de diversos países africanos, que enfatizaram
a necessidade de se pensar a África diásporica para além
dos estereótipos tradicionais. Dessa forma, foram discutidos
os aspectos culturais, políticos, econômicos e históricos
do continente africano e dos países da diáspora africana.
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Bolsistas
do Bantu-iê vão a Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros em Salvador.
Cerca de 30 integrantes do programa Bantu-Iê estiveram em Salvador no mês de setembro, no Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros.
Neste evento os/as estudantes tiveram oportunidade de participar de
palestras, debates, oficinas e mini-cursos com diversos
intelectuais e militantes que discutem as questões raciais no
Brasil. O grupo considerau esta experiência muito
importante, por oportunizar-lhe uma necessária reflexão
sobre os problemas enfrentados pela população negra do
Brasil e também por possibilitar o fortalecimento da
identidade negra.
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Aprovação de Cotas Raciais na Uesc
No ultimo dia 21 de dezembro foi aprovada, na Reunião do
Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da
UESC, a reserva de 50% das vagas do concurso vestibular para
estudantes egressos/as de escola pública e, deste percentual,
75%
para aqueles/as auto-declarados negros/as. A aprovação
reuniu, na
universidade, militantes do movimento negro, movimento estudantil, das
mulheres, cursos pré-universitários populares e
parlamentares. Esta aprovação é, sem duvida, um
significativo passo no longo
processo da efetiva democratização da
UESC, em especial para a população
negra do sul da Bahia.
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