UESC Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC
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A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UESC é o órgão responsável por conduzir os processos de autoavaliação institucional, conforme a Lei nº 10.861/2004 (SINAES). Reformulada em 2021 para aprimorar sua atuação, a CPA é fundamental para o aprimoramento contínuo da qualidade de ensino, pesquisa, extensão, gestão e infraestrutura da universidade, gerando informações que subsidiam decisões estratégicas.

A avaliação institucional é essencial por permitir à UESC diagnosticar pontos fortes e identificar oportunidades de melhoria, sendo também uma exigência legal do MEC para credenciamento e recredenciamento. A autoavaliação da UESC é obrigatória e anual, garantindo um olhar crítico sobre seu desempenho e a busca contínua pela melhoria da qualidade acadêmica e administrativa.

O QUE FAZ A CPA?

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) atua continuamente na promoção da avaliação institucional. Seu trabalho visa construir um conhecimento aprofundado sobre a realidade universitária, buscando compreender o significado de suas atividades para aprimorar a qualidade da educação ofertada e fortalecer a relevância social da instituição.

Demonstrando seu compromisso com a modernização e a eficácia, o Conselho Universitário da UESC aprovou, em 12 de maio de 2021, o novo Regulamento da CPA (Resolução CONSU nº 06/2021). Esta resolução introduziu mudanças significativas que refletiram e contemplaram as ações e estratégias implementadas pela Comissão.

Dando continuidade a esse processo de aprimoramento e consolidação de uma cultura avaliativa robusta, em 21 de novembro de 2024, o Conselho Universitário aprovou a Resolução CONSU nº 18/2024, que estabelece novas e abrangentes diretrizes para a autoavaliação institucional da UESC.

Principais Pontos da Nova Resolução CONSU nº 18/2024:
  • Formalização e Abrangência da Autoavaliação: A resolução estabelece uma base legal robusta para todo o processo de avaliação institucional, definindo seus objetivos, princípios (como criticidade, engajamento e excelência) e a missão que deve guiar a UESC. Amplia os "objetos" da autoavaliação para além dos cursos, incluindo políticas de pesquisa, extensão, ações afirmativas, acessibilidade, governança universitária e qualidade de vida no trabalho.
  • Estruturação de Ciclos Avaliativos: Define claramente a periodicidade das avaliações:
  • Autoavaliação Institucional Geral: Conduzida pela CPA a cada três anos (primeira em 2026, cobrindo 2023-2025).
  • Autoavaliações Setoriais (Cursos de Graduação e Pós-Graduação): Realizadas anualmente (a partir de 2025), garantindo um acompanhamento contínuo.
  • Descentralização e Compartilhamento de Responsabilidades: Embora a CPA lidere a autoavaliação geral, a resolução delega e formaliza a responsabilidade pelas avaliações setoriais aos Colegiados de Cursos de Graduação (com criação de Comissões Setoriais de Avaliação - CSAs) e aos Programas de Pós-Graduação, promovendo maior engajamento das instâncias acadêmicas.
  • Alinhamento com Planejamento Institucional e Diretrizes Nacionais: Exige que a autoavaliação esteja em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UESC e contemple as dimensões e requisitos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e da CAPES para a pós-graduação.
  • Metodologia e Coleta de Dados Detalhadas: Aponta para a utilização de instrumentos variados (análise documental, questionários online, reuniões) e especifica os segmentos da comunidade acadêmica que devem ser consultados (docentes, técnicos-administrativos, discentes de graduação e pós-graduação, gestores, tutores, egressos).
  • Foco na Melhoria Contínua e Transparência: Reafirma que os resultados da autoavaliação devem subsidiar o planejamento estratégico, identificar potencialidades e fragilidades, e, principalmente, gerar recomendações para a melhoria dos processos e da qualidade da UESC, com a divulgação de relatórios analíticos.
Em síntese, a Resolução 18/2024 eleva a autoavaliação na UESC a um patamar mais profissional e integrado, transformando-a em uma ferramenta estratégica e sistemática para a gestão e o desenvolvimento institucional contínuo, com responsabilidades claras e ciclos definidos.