Uesc -Universidade Estadual de Santa Cruz

Festa Literária de Ilhéus (FLI)

História

A FLI é uma ação que integra dois grandes eventos literários já consagrados na região: a Feira Universitária do Livro da UESC e o Festival Literário de Ilhéus - FLIOS, unindo experiências e trajetórias que compartilham o mesmo propósito: promover o acesso à cultura, à literatura e ao conhecimento.

Como tudo começou? O ano era 2013. Como Editora, sentíamos falta de um maior envolvimento com os leitores, por entendermos que a cadeia produtiva do livro não se encerra com a sua publicação. É preciso fazer com que ele ganhe vida a partir da interação com o público. Assim nasceu a Feira Universitária do Livro da UESC, um evento que era realizado com o apoio de diversos setores e projetos da UESC, como o Proler que continua parceiro da FLI, e levava para o campus o movimento de estudantes e professores da educação básica e muitos outros convidados. Pudemos contar com grandes nomes da literatura, com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e da Fundação Pedro Calmon, gerando um movimento bonito de se ver e sentir. Foi assim de 2013 a 2017.

Nos dois últimos anos da Feira do Livro da UESC, se iniciou uma parceria com o recém-criado FLIOS. Por interesses comuns, a Editora se aproximava do Festival, que surgia a partir da mobilização de amigos que buscavam movimentar a cena cultural da cidade. De forma orgânica, o que poderia ter sido apenas mais uma conversa entre amigos transformou-se no embrião de um movimento que viria a sacudir a cena cultural da região cacaueira. Naquele momento, o grupo compartilhava um desejo latente: criar um espaço de celebração literária que não fosse apenas um evento de recepção, mas de participação efetiva. A premissa do FLIOS sempre foi clara: dar voz e protagonismo aos talentos locais, reconhecendo que Ilhéus e região possuem uma densidade criativa que merece palcos e audiências qualificadas.

A proposta também encontrou apoio institucional na Fundação Pedro Calmon, que abraçou a ideia desde o início. Com esse apoio fundamental, o FLIOS conseguiu ter suas duas primeiras edições consecutivas realizadas, nos anos de 2016 e 2017. Esse primeiro momento não apenas validou a visão dos seus idealizadores, mas estabeleceu o FLIOS como um marco no calendário baiano, provando que a literatura, quando celebrada com raízes fortes, floresce e alcança toda a comunidade.

Trajetória