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Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagens e Representações
Parcerias
Encontram-se concluídos ou em andamento os seguintes estágios realizados no Programa, com supervisão de nossas/os docentes:
| Tipo / Período | Pesquisador/a | Supervisor/a |
|---|---|---|
| Pós-Doc 01 set. 2023 a 31 ago. 2025 |
Dr. Agildo Santos Silva de Oliveira (UNEB) | Dr. Isaías Francisco de Carvalho |
| Pós-Doc 01 mar. 2025 |
Dr. Yuri Andrei Batista Santos | Drª Vânia Lucia Menezes Torga |
| Pós-Doc 01 abr. 2026 |
Dr. Yamil Axel Escaffi Guzmán | Drª Valéria Amim |
O PPGL-UESC mantém colaboração contínua com outras instituições nacionais, por intermédio de participações docentes em conselhos editoriais ou como pareceristas de diversos periódicos, grupos interinstitucionais e associações de pesquisa dos seguintes institutos e universidades: CEFET/MG; FATC Rio Preto; Fundação Visconde de Cairu; FURG; IAT/SEC; IFBA, campi Ilhéus, Porto Seguro, Salvador e Santo Amaro (BA); IF Baiano, campi Teixeira de Freitas e Uruçuca (BA); IFMG; IFSC; IFSP; IHAC; IMES; PUC-RS; PUC-SP; UEPB; UEFS; UEL; UERJ; UESB; UFABC; UFAC; UFAL; UFBA; UFC; UFCE; UFES; UFF; UFG; UFMA; UFMG; UFMT; UFPB; UFPE; UFPI; UFRB; UFRGS; UFRJ; UFRN; UFRR; UFRRJ; UFS; UFSB, campus Itabuna; UFSC; UFSCAR; UFSE; UFSM; UNILASALLE; UFT; UMC; UNB; UNEB, campi Alagoinhas, Eunápolis e Salvador; UNEMAT; UNICAMP; UNILAB; UNIME; UNIRIO; UNIPAMPA; URNE; USP.
Ao realizarem seus estágios de docência, em que também participam de atividades extensionistas e de pesquisa, discentes e docentes do PPGL/UESC contribuem de forma efetiva para a consolidação conjunta das propostas da graduação e da pós-graduação na UESC e, assim, para as necessárias interfaces com a educação básica da região e do país. Essa abordagem se consolida com a crescente busca dos docentes do PPGL no fomento à pesquisa e extensão na graduação.
As pesquisas e a formação discente permitem atingir o terceiro objetivo de qualificação de recursos humanos para agir na intersecção entre Linguagens e Representações, de forma articulada e inovadora. As ações de extensão são um meio de atingir o quarto objetivo do Programa, que é o de desenvolver ações junto às comunidades da região, no sentido de possibilitar o acesso e a valorização de seu capital cultural, enquanto dado identitário.
As produções docentes revelam uma política de produção intelectual voltada a uma maior capilaridade nacional e internacional. Esta orientação estratégica é evidenciada pela publicação em coautoria com membros de universidades nacionais e estrangeiras, pela publicação em veículos estrangeiros e pela publicação em língua inglesa, assim como pela popularização da ciência através de verbete em plataformas digitais como o youtube. Consideradas as diversidades entre temas de pesquisa e pontos de vista analítico-críticos, é possível perceber uma estratégia organicamente unitária no que se refere a marcar posições contra-hegemônicas. Estas são produtoras de um conhecimento potencialmente transformador da realidade brasileira ao privilegiar as linguagens e representações de setores sociais marginalizados pelos centros do poder, quais negros; surdos; homossexuais, transgêneros e mulheres, entre outros.
Ressaltamos também que os seguintes docentes do PPGL/UESC são membros de GTs da ANPOLL: Docentes da Linha A: GT - Relações Literárias Interamericanas - Raquel da Silva Ortega; Docentes da Linha B: GT – Argumentação - Eduardo Lopes Piris; Isabel Cristina Michelan de Azevedo; GT - Descrição do Português - Gessilene Silveira Kanthack; GT - Linguagem e Tecnologias - Rodrigo Camargo Aragão; GT Estudos Bakhtinianos - Urbano Cavalcante Filho; Docentes da Linha C: GT Análise do Discurso - Maurício Beck; Rogério Modesto; GT Gêneros e Sexualidades Dissidentes na Literatura e em Outras Artes - André Luis Mitidieri Pereira; Marcus Antônio Assis Lima.
Docentes do Programa também integram as seguintes associações nacionais de pesquisa: Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN); Associação de Linguística Aplicada do Brasil (ALAB); Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC); Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas (ABRACE); INTERCOM (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação).A editora EDITUS, da UESC, tem 1 professor do PPGL em seu conselho editorial, ao mesmo tempo em que diversos periódicos nacionais contam com docentes do Programa em seus conselhos editoriais ou como pareceristas e revisores. Além disso, participamos, junto com a UFF, UFAC e UFRB da rede ELOS – CAPES GLOBAL – que, além de fomentar parcerias com essas instituições e com o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) e o Programa de Pós-Graduação em Economia Regional e Políticas Públicas (PREPP), ambos da UESC, ainda desenvolvem várias ações de internacionalização, conforme detalhamos em aba específica neste portal.
Programas e projetos de extensão e pesquisa desenvolvidos por professores e discentes dos cursos de Comunicação Social e Letras da UESC, bem como do Programa de Pós-Graduação em Letras - Linguagens e Representações - têm destacada importância social, sobretudo pela integração universidade-comunidade. Assim, o Programa de Extensão de Ação Continuada Circuito Interno de TV (TV UESC) contribui para o diálogo entre docentes, discentes, servidores e a comunidade regional, buscando atender suas demandas de conhecimento e informação, numa abordagem convergente, que prioriza o intercâmbio de mensagens com paridade e democracia. O ProEDA – Programa de Divulgação dos Estudos sobre Discurso e Argumentação – responsabiliza-se por um conjunto de ações de extensão continuadas e temporárias, bem como pela publicação da EID&A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação. Por sua vez, Dinamizando o Ensino da Língua Inglesa desenvolve uma série de atividades de formação, dentre as quais, releva mencionar: (1) O programa de cursos de inglês UESC English: https://sites.google.com/site/estesinversos/uesc-english. (2) O programa de cursos de alemão UESC Deutsch: https://sites.google.com/site/estesinversos/uesc-deutsch. (3) Idea Factory: UESC English Language Teaching Convention: https://sites.google.com/site/estesinversos/idea-factory-uesc-elt-convention-2014. (4) Diversas outras ações: https://sites.google.com/site/estesinversos/projeto-de-extensao.
Já o Programa de Extensão Revisões do Cânone desenvolve uma série de ações, ministradas por professoras/es da casa e docentes de outras instituições, voltadas ao incremento da formação discente em Letras, ao contemplar perspectivas que rasurem abordagens essencialistas, eurocêntricas e excludentes, a fim de compreendê-las como partículas de processo mais vasto e cujo entendimento se faz necessário para que se adentre nos debates contemporâneos com qualidade e condições de participação efetiva. Por fim, o Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões – CEPHS – procura promover conhecimentos relativos às culturas e literaturas de língua portuguesa, aí incluídas as africanas. O Centro atua como ponto fundamental de apoio pedagógico e bibliográfico, disponibilizando acervo com mais de 3.000 itens, além de organizar lançamentos de livros, cursos, seminários, palestras e exposições. Ressaltamos, como atividade central do CEPHS em 2018, a promoção do I Simpósio de Literaturas africanas e afro-brasileira: encruzilhadas epistemológicas, contando com a participação de professores/pesquisadores da UFSB, UFRJ, UFMG e IFBaiano e mestrandos, graduados e graduandos de diferentes instituições, destacando-se a atuação de pós-graduandos da UFSB em mesa dedicada ao tema “Educação, identidade e relações raciais no Sul da Bahia” (UFSB), bem como de mestrandos, graduandos e egressos integrantes de grupos de pesquisa da UESC (GPBioH e GPAfro) e da UFV. Por sua vez, o evento Linguagens e Representações em Debate promoveu: a) “Clamor negro”, performance artístico-conceitual, com Odailta Alves e Su Amorim; b) roda de conversa “Racismo no cotidiano”, com Carmen Camuso, Josane Silva Souza, Odailta Alves e Raquel Oliveira.
Merece destaque o projeto departamental Núcleo Temático Interdisciplinar KÀWÉ, que tem na Profª Drª Valéria Amim uma das coordenadoras de suas ações extensionistas, destinadas a aproximar conhecimentos produzidos na universidade daqueles gestados pela sociedade mais ampla, reafirmando o compromisso da UESC em compreender o legado de matriz africana na formação histórica e social do seu território de abrangência. Afinado com esse direcionamento, e desenvolvido pelo Prof. Dr. Ricardo Oliveira de Freitas, o projeto de pesquisa “Midiativismo e artivismo em cena: sobre a emergência de produções autóctones em periferias urbanas e (sub)urbanas” investiga modos e formas com que alguns grupos e comunidades elaboram iniciativas contra-hegemônicas. Ainda no que diz respeito à inserção social dos desenvolvimentos teóricos acerca de relações étnico-raciais, o PPGL estabeleceu parceria com o Instituto IRIS, de Salvador (BA), para abrigar o Projeto ORI, que contou com o apoio financeiro do governo do estado da Bahia. Voltado a lideranças comunitárias, adolescentes e jovens afrodescendentes de comunidades de baixa renda, o Projeto teve como perspectiva a mobilidade social dos envolvidos e de suas comunidades de origem, mediante a inserção qualificada na economia cultural.
No que diz respeito à articulação entre extensão e pesquisas voltadas a questões de Gênero e Diversidade Sexual, o Programa de Extensão Revisões do Cânone organizou em 2017: a) leitura dramática “Diatribe de Amor contra um Homem Sentado”, com a atriz e discente do Programa Iara Bernabó Colina, acompanhada do músico Cabeça Isidoro e da atriz Karoline Vital; b) relato e oficina de montagem “Experiência Trans-Formativa”, com o ator Luiz Santana e sua personagem drag queen Rainha Loulou; c) intervenção artística “Manifesto da Bicha Maldita”, com o discente de graduação Tales Santos Pereira; d) performance conceitual sobre questões de gênero e diversidade sexual, denominada “Corpos (Des)viados na Literatura”.
Em 2018, foram promovidas a Oficina de Montação Drag Queen, com Igor dos Santos Batista; as performances artístico-musicais As vozes que me soam, Cabaré de Liza Minelli, Thallyz Mann e suas transafilhadas, pelo discente do Programa Tales Santos Pereira e, por esse, em colaboração com a mestranda Iara Bernabó Colina, a performance artístico-conceitual Disserta-show: a problemática expressão de si mesma na escrita do outro.
Dentre as variadas atividades colaborativas que se realizam entre o PPGL e outros programas e projetos relacionados à qualificação da docência, à formação de leitores e à qualificação de profissionais ligadas/os aos estudos de línguas e linguagens, destaca-se o Grupo de Pesquisa FORTE (Formação, Linguagens e Tecnologias) que, coordenado pelo Prof. Dr. Rodrigo Aragão, colhe resultados de investigações voltadas ao desenvolvimento de materiais de ensino inovadores, integrando a comunidade acadêmica UESC e professores de inglês em serviço na rede pública. Ademais, o Programa contempla disciplinas voltadas ao ensino e projetos que envolvem docentes e discentes do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano). O Grupo desenvolve os projetos de pesquisa "Linguagem e identidade em perspectiva interdisciplinar" e "Lalintec: um ecossistema de produção e divulgação de pesquisas em linguagem e tecnologia", em constante diálogo com pesquisadores e discentes do CEFET/MG, da UFMG.
A conexão com a educação básica ocorre, também, via PROFLETRAS, em especial, por meio de produtos gerados ao final das pesquisas e que serão disponibilizados em rede, com o objetivo de impactar diretamente no trabalho do professor que atua, particularmente, no ensino fundamental. Além disso, os projetos de pesquisa "Construção de saberes relativos ao ensino de português como língua materna e como língua estrangeira", "Desenvolvimento de competências/capacidades discursivo-argumentativas de estudantes do ensino fundamental e médio", "Gramaticalização de advérbios: o uso da língua portuguesa em foco" e "O texto e a linguística: parâmetros para análise da conversação" viabilizam conexões com a educação básica. Por seu turno, o Grupo de Pesquisa Literatura, História e Cultura: Encruzilhadas Epistemológicas realiza, junto à rede pública de Ensino Básico, oficinas de aprimoramento docente. Já o Grupo de Pesquisa O Espaço Biográfico no Horizonte da Literatura (GPBIO), além de ser integrado por docentes do IFBA, campi Ilhéus, Salvador e Santo Amaro (BA) e do IF Baiano, campus Teixeira de Freitas e Uruçuca (BA), promove atividades colaborativas com participação de discentes desses institutos federais, como a performance conceitual sobre questões de gênero e diversidade sexual, denominada "Corpos (Des)viados na Literatura", realizada no IFBA, campus Ilhéus (BA), e a parceria entre o GPBIO e o Projeto Oxe, do IFBA de Santo Amaro (BA), que trouxe estudantes desse campus para estudar a obra de Jorge Amado na UESC e visitar locais referidos em sua criação literária. Também merece relevo que a mestranda do Programa, Iara Bernabó Colina, implementasse o Grupo GENI, para estudos de gênero e diversidade sexual, no campus Uruçuca do IFBaiano.
Docentes do Programa de Pós-Graduação em Letras – Linguagens e Representações – da UESC atuam como pareceristas dos seguintes periódicos internacionais: Educación, Educadores, Contexturas; Estudios del Discurso (México); Profile Journal Issue; Rétor (Argentina); The Especialist. Por sua vez, a EID&A, Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação conta com pareceristas e recebe contribuições de docentes/pesquisadoras/es de diversas instituições internacionais, além de publicar seus textos em espanhol, francês e inglês.
Mencionamos a participação de professores do PPGL em grupos de pesquisa que envolvem IES estrangeiras, como é o caso da Profª Drª Paula Regina Siega, no NETIR – Núcleo de Estudos em Transculturação, Identidade, Reconhecimento, em parceria com a Universidade Ca'Foscari de Veneza. Sublinhamos a presença da Profª Drª Maria Alejandra Vitale, da Universidad de Buenos Aires, no ELAD – Estudos de Linguagem, Argumentação e Discurso; do Prof. Dr. Francisco de Fátima da Silva, da Universidade da Califórnia, no Grupo de Pesquisa LIDES -Linguagens e Desconstrução. Além disso, grupos de pesquisa da UESC mantêm parcerias com Universidad de Buenos Aires; Universidad Nacional de Entre Rios (Argentina); Universidad de Playa Ancha (Chile); Università degli Studi di Torino (Principale); University of Florida (EUA).
O Programa também se faz representar por docentes envolvidos em associações internacionais, como os professores Dr. André Luis Mitidieri Pereira e Drª Inara de Oliveira Rodrigues, na Associação Internacional de Lusitanistas; o Prof. Eduardo Lopes Piris, na Associação Latino-Americana de Estudos do Discurso; a Profª Drª Paula Regina Siega, na Latin American Studies Association (LASA).
Ressaltamos as seguintes experiências inovadoras de formação: o Idea Factory (UESC English Language Teaching Convention) e a criação do Núcleo de Línguas (Nucli-IsF-UESC), responsável pelo credenciamento da instituição ao Programa Idiomas sem Fronteiras junto à CAPES. Ligadas ao Programa de Extensão Dinamizando o Ensino da Língua Inglesa, coordenado por docentes do Programa, tais empreendimentos aliam-se cursos de inglês Iniciante, Intermediário e Avançado, oferecidos para docentes e alunos da UESC e para a comunidade, além de diversas outras atividades.
Por fim, 01 projeto de pesquisa foi financiado por instituição estrangeira; 03 projetos de pesquisa tiveram parceria com equipe (docentes e discentes) de instituições estrangeiras; 01 projeto de pesquisa do PPGL-UESC foi e está sediado e/ou coordenado em instituição estrangeira internacional.
A internacionalização universitária, na busca pela excelência no ensino, na pesquisa, na extensão e em outras dimensões do contexto acadêmico, pode ser tomada como um processo de adaptação organizacional que implica a integração de elementos internacionais nas dinâmicas educacionais e no fazer acadêmico em geral. Nessa perspectiva, o PPGL/UESC tem se engajado em iniciativas e atividades que envolvem diferentes tipos de internacionalização, Não é mera coincidência que, nesse período em que o programa tanto avançou na internacionalização, o ranking Times Higher Education (THE) 2025 revelou que nossa universidade foi a mais bem avaliada na Bahia e a quarta em nível nacional no indicador de Perspectiva Internacional, o qual avalia a proporção de estudantes e docentes estrangeiros, além do volume de colaborações internacionais em pesquisa (Cf. https://www2.uesc.br/noticias/1244/Uesc-se-destaca-na-Perspectiva-Internacional-do-ranking-Times-Higher-Education-2025).
Conquistamos 40,8 pontos em Perspectiva Internacional, em crescimento que foi de 74,5% nos últimos cinco anos, aproximando-se das líderes nacionais, como USP e Unicamp. No Brasil, a UESC ocupa o 4º lugar nesse quesito, ficando atrás apenas da PUC-Rio, Universidade Federal do ABC e USP, que liderou o ranking com 58,7 pontos. Esse desempenho é resultado de uma política institucional voltada à mobilidade acadêmica. A universidade implementou o Programa de Mobilidade Estudantil (2022), além de iniciativas como a Revalidação e Reconhecimento de Diplomas Estrangeiros, o Regulamento Geral da Pós-Graduação e a Política Linguística. Atualmente, além de docentes e discentes, os técnicos e analistas também participam de intercâmbio no exterior. A UESC faz parte de redes acadêmicas internacionais, como o Programa de Intercâmbio Acadêmico Latino-Americano (Pila) e o Grupo Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras, facilitando parcerias globais.
Atualmente, a UESC possui 78 acordos de cooperação internacional, com 90 estudantes estrangeiros matriculados em seus cursos e 20 alunos brasileiros em mobilidade acadêmica no exterior. Nesse esforço institucional coletivo, as contribuições do PPGL/UESC foram muito significativas, a exemplo da recepção de mestrandas/os e doutorandas/os estrangeiras/os com matrícula regular em nosso programa: representou pouco mais de 10% do total da universidade, que tem mais de 70 programas (entre graduação e pós-graduação – lato sensu e stricto sensu].
Informamos a existência e atuação presente e efetiva da Assessoria de Relações Internacionais (ARINT) como órgão responsável por assessorar a Reitoria da UESC, em cooperação com as Pró-Reitorias e demais unidades da universidade, em suas relações com entidades públicas e privadas na área de cooperação internacional. Além disso, ela tem interação direta com os colegiados, departamentos e órgãos administrativos para regulamentação e implantação de atividades de internacionalização. Suas ações visam à promoção do intercâmbio cultural e científico com instituições estrangeiras, por meio da prospecção de oportunidades, indução (divulgar e discutir alternativas) da comunidade universitária e orientação de estudantes, professores, técnicos e analistas da UESC envolvidos com atividades internacionais. Com orçamento específico, o escritório da ARINT está localizado ao lado dos escritórios da Reitoria, por sua importância estratégica [https://www.uesc.br/arint/index.php].
No Quadriênio 2025-2028, recebemos 06 discentes estrangeiras/os regulares, sendo 05 doutorandas/os e 01 mestranda, de 04 países diferentes. Houve a participação de 09 docentes estrangeiras/os em 04 bancas. Enviamos 02 discentes em doutorado sanduíche no exterior, temos um pós-doutorando estrangeiro e outro que está vinculado à UP Paris Cité. Por fim, contamos com a participação de 11 docentes em 13 atividades no exterior, em 07 países diferentes, além de integrarmos a rede ELOS – CAPES GLOBAL, conforme detalhado em aba específica neste portal.











