Uesc -Universidade Estadual de Santa Cruz

Espaço Ciência Saúde - Ano de publicação 2025

Educação Física

1. Prevalência de inatividade física e comportamento sedentário em uma comunidade universitária do Nordeste do Brasil

Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de inatividade física e tempo excessivo sentado em uma comunidade acadêmica no Nordeste do Brasil. Participaram 91 alunos e funcionários de uma universidade pública no Nordeste do Brasil. Os resultados sugerem alta prevalência de inatividade física e tempo excessivo sentado, principalmente entre servidores de universidades públicas. Apesar da prevalência da prática de esportes, os dados demonstram a necessidade de estratégias para promover a atividade física e reduzir o tempo sentado.

OHARA, D.; OLIVEIRA, MRN; RIBEIRO, TC; SILVA, ARA dos S.; NASCIMENTO, ALOS; VIEIRA, MEC de M.; RAMOS, AP; SQUARCINI, CFR Prevalência de inatividade física e comportamento sedentário em uma comunidade universitária do Nordeste do Brasil. Estudos em Ciências da Saúde. Curitiba, v.6, n.3 ,13 agost 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.54022/shsv6n3-031

2. As lutas na formação do professor de Educação Física: Um relato de experiência

Trata-se de um relato de experiência sobre a inserção das Lutas Corporais (LC) na formação inicial dos licenciandos em Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus/BA. Com uma abordagem descritivo-qualitativa, os autores apresentam as práticas desenvolvidas pelo Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Artes Marciais (GEPAM), que integra ensino, pesquisa e extensão no processo formativo. Foram analisadas experiências em duas disciplinas obrigatórias do curso — Metodologia de Ensino de Capoeira e Metodologia de Ensino de Lutas —, complementadas por projetos de extensão como o Grupo Arte em Movimento (Capoeira) e o Jiu-Jitsu, Bem-Estar e Educação. O estudo evidencia que a UESC tem conseguido superar fragilidades apontadas pela literatura, oferecendo uma formação consistente em lutas e demonstra que, quando há integração entre ensino, pesquisa e extensão, é possível formar professores mais seguros e críticos, capazes de incluir esse conteúdo na educação básica de forma contextualizada e livre de estigmas.

OLIVEIRA, E. A. S; SILVA, I. S.; SILVA, L. H. AS LUTAS NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. Corpoconsciência, [S. l.], v. 29, p. e19241, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.51283/rc.29.e19241

3. Judô nas escolas japonesas: o que o judô brasileiro pode aprender com esse modelo?

O artigo analisa comparativamente os modelos de desenvolvimento do judô no Japão e no Brasil, com base em dados coletados durante um programa de intercâmbio promovido pelo governo japonês. Adotando uma abordagem descritivo-reflexiva, os autores examinam legislações, documentos oficiais, literatura especializada e experiências práticas vivenciadas no intercâmbio, organizando a discussão em três eixos: o judô nas escolas japonesas, o judô nas escolas brasileiras e as principais diferenças entre os dois contextos. No Brasil, embora haja uma tradição vitoriosa na modalidade e iniciativas pontuais de inclusão escolar, a prática permanece limitada por barreiras estruturais (ausência de tatames, dojôs e judogis), pela escassez de tempo nas aulas de Educação Física e pela hegemonia dos esportes coletivos. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino das lutas, mas de modo amplo, sem garantir que o judô seja contemplado de forma sistemática. Conclui-se que a replicação direta do modelo japonês é inviável no Brasil, sugerindo a necessidade de adaptações pedagógicas e políticas que considerem as especificidades culturais e estruturais do país.

TAVARES JUNIOR, A. C.; PIMENTA, T. F. da F.; RUFINO, L. G. B.; CAMPOS, D. G.; SILVA, L. H. da. Judô nas escolas japonesas: o que o judô brasileiro pode aprender com esse modelo?. Motricidades: Revista da Sociedade de Pesquisa Qualitativa em Motricidade Humana, São Carlos, v. 9, n. 1, p. 48–61, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.29181/2594-6463-2025-v9-n1-p48-61

4. Capoeira UESC online: Um relato de experiência

Este relato de experiência aborda a criação, implementação e avaliação do programa Capoeira UESC Online, desenvolvido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) durante a pandemia de Covid-19 (2020–2021). A iniciativa surgiu da necessidade de manter práticas corporais e culturais em um contexto de isolamento social, oferecendo aulas gratuitas de Capoeira à comunidade interna e externa da universidade. Com abordagem descritivo-qualitativa, os autores descrevem o processo de planejamento e execução das atividades, que incluíram aulas síncronas pelo Google Meet e materiais teóricos disponibilizados em redes sociais. Foram utilizados instrumentos de avaliação teórico-prática e de satisfação geral, além de observação prolongada do programa. Os resultados evidenciaram ampla acessibilidade, alcance geográfico e diversidade do público participante. O estudo demonstra a viabilidade do ensino virtual de Capoeira, conciliando tradição oral e conhecimento científico, e destaca sua contribuição cultural e formativa mesmo diante das limitações do formato remoto.

SILVA, I.S.; OLIVEIRA, E.A.S.; OLIVEIRA, L.E.R.; SILVA, L. H. CAPOEIRA UESC ONLINE: AN EXPERIENCE REPORT. Corpoconsciência, [S. l.], v. 29, p. e19219, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.51283/rc.29.e19219

5. O tempo de atividade física vigorosa deve ser multiplicado por dois na classificação da prática segundo a versão curta do IPAQ?

Este estudo transversal analisou se o tempo de prática de atividade física vigorosa deve ser multiplicado por dois na classificação do nível de atividade física utilizando a versão curta do International Physical Activity Questionnaire (IPAQ-short). Participaram 1.146 adultos brasileiros, com média de idade de 35,8 anos (DP: 10,6), sendo 58,7% mulheres. Os dados foram coletados por formulário eletrônico entre junho e setembro de 2024. Foram comparadas as prevalências de classificação “ativa” e “muito ativa” com e sem o fator de multiplicação do tempo de atividade vigorosa. Observou-se que a multiplicação por dois elevou em 11,3% a proporção de indivíduos classificados como suficientemente ativos, com maior impacto entre homens e pessoas de maior escolaridade. A correlação entre as classificações com e sem multiplicação foi elevada (r = 0,94), indicando consistência, embora com tendência à superestimação da prática vigorosa. O estudo conclui que a multiplicação por dois do tempo de atividade física vigorosa pode inflar artificialmente a classificação do nível de atividade física no IPAQ-short, recomendando cautela em sua utilização para comparações populacionais e vigilância epidemiológica.

SOUZA, T. F.; SILVA, J. P.; LEMOS, F. N.; NASCIMENTO, R. S.; OLIVEIRA, A. C. O tempo de atividade física vigorosa deve ser multiplicado por dois na classificação da prática pelo IPAQ-SHORT VERSÃO? Cenas Educacionais. vol. 8, nº e20376, mar. 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.5281/zenodo.14956752

6. Efeito da substituição isotemporal da atividade física em diferentes contextos sobre a obesidade em adultos brasileiros

Este estudo teve como objetivo estimar o efeito da substituição isotemporal da atividade física em diferentes contextos (lazer, transporte, trabalho e doméstico) sobre a obesidade em adultos brasileiros. Foram analisados 35.672 adultos do sistema VIGITEL 2019, com idade entre 18 e 64 anos. A análise utilizou modelos de substituição isotemporal, considerando que a redução de uma hora de sedentarismo poderia ser compensada por uma hora de atividade física em diferentes contextos. Os resultados mostraram que substituir uma hora de sedentarismo por atividade física no lazer estava associado a menor risco de obesidade (OR = 0,78; IC 95%: 0,74–0,83), enquanto a substituição por atividade física no trabalho teve efeito menos expressivo (OR = 0,93; IC 95%: 0,88–0,99). Conclui-se que estratégias voltadas à prática de atividade física no tempo livre são mais eficazes na prevenção da obesidade em adultos brasileiros, especialmente em políticas públicas e programas de promoção de saúde.

SOUSA, T. F., CARVALHO, W. R. G., SILVA, E. DOS S., SANTOS, A. DE J., SANTOS, S. F. DA S. DOS, & FONSECA, S. A. Efeito da substituição isotemporal da atividade física em diferentes contextos sobre a obesidade em adultos brasileiros. Journal of Physical Education, v.36, n.1, e3604, mar. 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v36i1.3604

7. Prevalência e fatores associados ao transporte ativo entre universitários no estado da Bahia

O estudo teve como objetivo estimar a prevalência e identificar fatores associados ao transporte ativo (caminhada ou bicicleta) entre universitários do estado da Bahia. A amostra incluiu 1.234 estudantes de seis universidades públicas e privadas, com idade média de 22,1 ± 3,2 anos, sendo 60% do sexo feminino. Os dados foram coletados por questionário autoaplicável abordando o tempo de deslocamento, motivos para escolha do transporte e percepção de segurança. A prevalência de transporte ativo foi de 42%, sendo mais frequente entre estudantes que residiam a até 2 km da universidade (OR = 3,45; IC 95%: 2,80–4,25). Outros fatores associados foram a percepção de segurança no trajeto (OR = 1,95; IC 95%: 1,50–2,53) e a presença de ciclovias ou calçadas adequadas (OR = 1,72; IC 95%: 1,28–2,31). Conclui-se que políticas públicas de infraestrutura urbana e incentivo ao transporte ativo podem aumentar a prática de deslocamentos ativos entre universitários.

SILVA, E. DOS S., FARIAS, G. S., & SANTOS, A. DE J. Prevalência e fatores associados ao transporte ativo entre universitários no estado da Bahia. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 27, e99762, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.1590/1980-0037.2025v27e99762

8. Saúde autoavaliada negativa, atividade física e tempo sentado em adolescentes brasileiros: efeitos moderadores de aspectos sociodemográficos e comportamentais

Este estudo transversal analisou a relação entre saúde autoavaliada negativa, nível de atividade física e tempo sentado em adolescentes brasileiros, considerando fatores sociodemográficos e comportamentais. A amostra incluiu 2.145 adolescentes de escolas públicas e privadas, com idade média de 15,6 ± 1,2 anos, sendo 52% meninas. Os resultados mostraram que adolescentes com saúde autoavaliada negativa apresentaram menor prática de atividade física no lazer (média de 2,1 h/semana) e maior tempo sedentário diário (7,4 h/dia). A análise de regressão múltipla indicou que sexo feminino, maior idade e baixo nível socioeconômico aumentaram a probabilidade de saúde autoavaliada negativa associada ao sedentarismo (p < 0,05). Conclui-se que intervenções voltadas à redução do tempo sedentário e aumento da atividade física devem considerar os determinantes sociodemográficos e comportamentais para melhorar a saúde dos adolescentes.

SOUSA, T. F.; SILVA, E. DOS S.; FONSECA, S. A. Saúde autoavaliada negativa, atividade física e tempo sentado em adolescentes brasileiros: efeitos moderadores de aspectos sociodemográficos e comportamentais. Motricidade, 21, e37780, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.6063/motricidade.37780

9. Relação entre atividade física insuficiente, tabagismo, alimentação inadequada e consumo de álcool entre universitários em Minas Gerais, Brasil

Este estudo transversal investigou a relação entre atividade física insuficiente, tabagismo, alimentação inadequada e consumo de álcool em universitários de Minas Gerais. A amostra incluiu 1.086 estudantes universitários, com idade média de 21,9 ± 2,7 anos, sendo 55% do sexo feminino. Os dados foram coletados por meio de questionário auto aplicável, incluindo perguntas sobre frequência de atividade física, consumo de tabaco, hábitos alimentares e consumo de álcool. Os resultados mostraram que 41% apresentavam atividade física insuficiente, 18% eram fumantes, 62% tinham alimentação inadequada e 34% consumiam álcool com frequência. A análise multivariada indicou associações significativas entre atividade física insuficiente e alimentação inadequada (OR = 1,68; IC 95%: 1,30–2,17), além de um efeito aditivo entre hábitos de risco e consumo de álcool (p < 0,05). Conclui-se que programas de promoção da saúde universitária devem abordar simultaneamente múltiplos comportamentos de risco para otimizar os efeitos preventivos.

FARIAS, G. S.; FRANCO, D. C.; SANTOS, A. J.; ANDAKI, A. C. R.; FONSECA, S. A.; SOUSA, T. F. Relação entre atividade física insuficiente, tabagismo, alimentação inadequada e consumo de álcool entre universitários em Minas Gerais, Brasil. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 27, e97492, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.1590/1980-0037.2025v27e97492

10. Análise da Relação entre Atividade Física de Lazer e Mídias Digitais durante a Pandemia: Um Olhar sobre a Comunidade Universitária Brasileira

Este estudo transversal investigou a associação entre o uso de mídias digitais para a prática de atividades físicas de lazer (AFDL) antes e durante a pandemia de COVID-19 entre estudantes universitários. A pesquisa foi realizada com 1.679 alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Uberlândia, que responderam a um questionário online adaptado. A análise estatística utilizou regressão logística binária para calcular as razões de chances (OR) e intervalos de confiança de 95% (IC95%) para o uso de vídeos gravados, transmissões ao vivo, planilhas de treino, aplicativos de smartphone e videoconferências antes e durante a pandemia. Os resultados indicaram que estudantes que não utilizavam mídias digitais para AFDL antes da pandemia apresentaram maior probabilidade de não continuar utilizando durante a pandemia. Por exemplo, a OR para não usar vídeos gravados foi de 9,19 (IC95%: 5,00–16,89), e para não usar transmissões ao vivo foi de 35,04 (IC95%: 7,78–157,79). Esses achados sugerem que a adoção de comportamentos digitais para AFDL antes da pandemia influencia a continuidade desses comportamentos durante a pandemia, independentemente das características sociodemográficas.

POLO, M. C. E.; SOUSA, T. F. de. Análise da relação entre atividade física de lazer e mídias digitais durante a pandemia: Um olhar sobre a comunidade universitária brasileira. Cadernos de Educação, Tecnologia e Sociedade, v. 18, n. 2, p. 347–361, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.14571/brajets.v18.n2.347-361

11. Fatores associados às mudanças nas práticas de atividade física entre universitários brasileiros durante a pandemia de COVID-19

Este estudo transversal investigou os fatores relacionados às mudanças nos hábitos de atividade física entre universitários brasileiros durante a pandemia de COVID-19. Participaram 1.200 estudantes de diferentes regiões do Brasil, que responderam a questionários online sobre frequência, tipo e duração da prática física antes e durante a pandemia. Os resultados indicaram que 58% dos estudantes reduziram a prática de atividades físicas, principalmente devido ao fechamento de academias e à suspensão de aulas presenciais. Estudantes com maior apoio familiar, acesso a espaços externos adequados e motivação intrínseca apresentaram menores chances de reduzir a atividade física. Além disso, o uso de mídias digitais e aplicativos de exercícios foi associado à manutenção ou aumento da prática física em alguns subgrupos. O estudo reforça a importância de estratégias institucionais e digitais para promover a atividade física em contextos de restrições sociais.

POLO, M. C. E.; SOUSA, T. F. de. Fatores Associados às Mudanças nas Práticas de Atividade Física entre Universitários Brasileiros durante a Pandemia de COVID-19. Brazilian Journal of Exercise and Sport, v. 18, n. 2, p. 347–361, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.14571/brajets.v18.n2.347-361

12. Prática de Atividade Física e Autoavaliação Negativa de Saúde em Estudantes Universitários durante a COVID-19

Este estudo transversal investigou a prevalência de autoavaliação negativa de saúde (AANS) entre estudantes universitários durante a pandemia de COVID-19 e sua associação com a prática de atividade física aeróbica de intensidade moderada (PAFM) e de fortalecimento muscular (PAFF). A pesquisa foi realizada com 1.150 estudantes da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, com idade média de 31,43 anos (DP: 11,07), sendo 63,8% mulheres. A autoavaliação da saúde foi mensurada por uma pergunta, considerando como respostas negativas “regular”, “ruim” e “muito ruim”. As práticas de PAFM e PAFF foram coletadas pelo instrumento PERMEV, entre agosto de 2021 e abril de 2022. A prevalência de AANS foi de 38,6%, sendo maior entre mulheres (42%) do que entre homens (32,5%). O aumento da PAFF associou-se a menores chances de AANS em ambos os sexos, enquanto a manutenção da PAFF mostrou impacto protetor adicional nos homens. O estudo sugere que a PAFF pode reduzir os impactos negativos sobre a percepção de saúde em períodos de crise prolongada, tornando importantes estratégias de incentivo à prática desta modalidade de exercícios em situações de distanciamento físico e social.

SOARES, J. S.; SOUSA, T. F.; MOURÃO-CARVALHAL, M. I. M.; FONSECA, S. C. F. Prática de Atividade Física e Autoavaliação Negativa de Saúde em Estudantes Universitários durante a COVID-19. Mundo Saúde, São Paulo, v. 49, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.15343/0104-7809.202549e17082025P

13. Associação entre atividade física, comportamento sedentário, sono e hábitos alimentares de universitários durante a pandemia da COVID-19

Este estudo transversal investigou as mudanças nos comportamentos de atividade física, sedentarismo, sono e alimentação de universitários durante a pandemia da COVID-19. A coleta de dados foi realizada por meio de questionários online aplicados entre março e junho de 2023. Os resultados indicam que houve uma redução significativa na prática de atividade física e um aumento no comportamento sedentário, com consequente piora na qualidade do sono e nos hábitos alimentares dos participantes. A análise revelou que os fatores socioeconômicos e a adaptação ao ensino remoto influenciaram essas mudanças comportamentais. Considerações finais sugerem a necessidade de estratégias de promoção da saúde que incentivem a adoção de comportamentos saudáveis entre os universitários, especialmente em contextos de crise sanitária.

MAIA, É. L. M.; MENUCHI, M. R. T. P.; KRUSCHEWSKY, A. B.; CHRISTOFARO, D. G. D.; SANTOS, C. A. DOS; OHARA, D. Associação entre atividade física, comportamento sedentário, sono e hábitos alimentares de universitários durante a pandemia da COVID-19. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, v. 19, n. 118, 2025, p. 10-21, 2025.

Link para artigo completo: https://doi.org/10.55905/rbone.18n.1-2636