Espaço Ciência Saúde - Ano de publicação 2025
Terapia Intensiva
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1. Monitorização Hemodinâmica: Ainda um Desafio em Terapia Intensiva? |
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Este estudo de revisão buscou analisar os conceitos e os principais problemas na monitorização hemodinâmica em pacientes críticos, especialmente em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O foco é entender como o monitoramento da pressão arterial (PA) e o manejo de fluidos impactam a identificação e o tratamento da hipotensão (pressão baixa). Os autores utilizaram as bases de dados Google Scholar e Medline-PubMed, concentrando-se em estudos publicados entre 2014 e 2023. Existem três métodos principais para medir a PA, a saber: intermitente não invasiva, contínua não invasiva e contínua invasiva. O tratamento ideal deve ser personalizado e multimodal, adaptando o suporte hemodinâmico às necessidades individuais de cada paciente. Isso exige a integração de múltiplos parâmetros, como o débito cardíaco (DC - a quantidade de sangue bombeada pelo coração), a oferta e o consumo de oxigênio pelos tecidos e a análise de gases sanguíneos. O monitoramento contínuo e invasivo da pressão arterial é o mais preciso e essencial para detectar e tratar rapidamente a pressão baixa em pacientes graves. Administrar a quantidade certa de fluidos é um grande desafio. Tanto a falta quanto o excesso de líquidos podem ser fatais, exigindo um manejo extremamente cuidadoso e individualizado. O ultrassom feito no local (POCUS) é uma ferramenta poderosa, mas sua eficácia depende muito da experiência do médico que o opera. Para salvar vidas, o tratamento não pode focar em apenas um número. É preciso um olhar "multimodal e individualizado" que integre diversos dados, como a oxigenação dos tecidos e a função cardíaca. MELO, P. R. S. de; ETTINGER JUNIOR, E.; SOUZA, L. F. dos S.; MENEZES, C. A. Monitorização Hemodinâmica: Ainda um Desafio em Terapia Intensiva? REVISTA FOCO. v. 18, n. 5, p. e7894, 12 maio 2025. Link para artigo completo: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n5-044 |
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2. Ocorrência de eventos adversos em unidade de terapia intensiva no sul da Bahia, Brasil |
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Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, realizado com 399 prontuários de pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) geral e UTI COVID-19 de um hospital do sul da Bahia, entre março e outubro de 2020. O objetivo foi analisar a ocorrência de eventos adversos e identificar fatores associados. Os principais eventos adversos observados foram lesões por pressão (54,2% na UTI geral e 46,1% na UTI COVID-19) e perda de dispositivos, como cateteres e sondas (40,7% na UTI geral e 46,3% na UTI COVID-19). Os dados mostraram que a ocorrência de eventos adversos foi positivamente correlacionada com o tempo de internação e negativamente com a média de pontuação da escala de Braden, utilizada para avaliar risco de lesões por pressão. O estudo evidencia que pacientes críticos, submetidos a procedimentos invasivos e com maior tempo de permanência na UTI, apresentam maior vulnerabilidade a eventos adversos. Além disso, reforça a importância de estratégias de prevenção, capacitação contínua da equipe e implementação de protocolos de segurança do paciente para reduzir riscos e melhorar a qualidade da assistência em UTIs. COSTA, M. O., LEVI, T. M., OHARA, D., COSTA, F. A. M. M., PINHEIRO, A. L. S., & SOUZA, I. P. Ocorrência de eventos adversos em unidade de terapia intensiva no sul da Bahia, Brasil. Ciência, Cuidado e Saúde, v. 24, n. 1, 2025. Link para artigo completo: https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v24i1.72437 |
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3. Monitorização Hemodinâmica: Ainda um Desafio na Terapia Intensiva |
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Este artigo aborda a importância da monitorização hemodinâmica na unidade de terapia intensiva (UTI), destacando os desafios e avanços nessa área. A monitorização eficaz da pressão arterial e do débito cardíaco é essencial para a identificação precoce de hipoperfusão e para a orientação da terapia de reposição volêmica e uso de vasopressores. O estudo revisa métodos invasivos e não invasivos, incluindo a ultrassonografia à beira do leito (POCUS), e discute a necessidade de uma abordagem personalizada no manejo hemodinâmico, integrando múltiplos parâmetros como consumo de oxigênio e análise de gases sanguíneos. Conclui-se que, apesar dos avanços tecnológicos, a monitorização hemodinâmica continua sendo um desafio na prática clínica, exigindo constante atualização e treinamento dos profissionais de saúde. MELO, P. R. S., ETTINGER JUNIOR, E., SOUZA, L. F. DOS S., & MENEZES, C. A. Monitorização hemodinâmica: ainda um desafio na terapia intensiva. Revista Foco, v.18, n. 5, 2025. Link para artigo completo: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n5-044 |
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4. INTERFACE ENTRE O TRABALHO EM ENFERMAGEM INTENSIVISTA E A SEGURANÇA DO PACIENTE: O TRABALHO EM ENFERMAGEM INTENSIVISTA E A SEGURANÇA DO PACIENTE |
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Este estudo qualitativo e exploratório investigou a interface entre o trabalho em enfermagem intensiva e a segurança do paciente, com a participação de nove enfermeiros intensivistas de um hospital privado na capital baiana. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, e os dados foram analisados utilizando a técnica de análise de conteúdo de Bardin. Os resultados revelaram duas categorias analíticas: (1) Dimensões do trabalho em Unidade de Terapia Intensiva e a relação com a segurança do paciente; e (2) Sobrecarga e centralização de atividades: reflexos para segurança do paciente e para saúde do trabalhador. Os discursos dos enfermeiros evidenciaram que aspectos como comunicação, sincronia de grupo e motivação profissional estão associados à segurança do paciente. No entanto, também foram identificadas questões organizacionais de trabalho que impactam na segurança, como sobrecarga de tarefas e falta de reconhecimento. O estudo conclui que investimentos em estrutura organizacional e valorização do capital humano são essenciais para promover ambientes seguros para os pacientes e para os profissionais de saúde. BARRETO, R. S.; SOUZA, S. S., MATOS, E. P.; SERVO, M. L. S. Interface entre o trabalho em enfermagem intensiva e a segurança do paciente. Revista Interfaces: Saúde, Humanas e Tecnologia, v.12, n 4, p.4821–4830, 2025. Link para artigo completo: https://doi.org/10.16891/2317-434X.v12.e4.a2024.pp4821-4830 |
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5. Uso do ultrassom à beira-leito por enfermeiros no atendimento à parada cardiorrespiratória no ambiente pré-hospitalar |
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Trata-se de um relato de experiência que descreve a utilização da ultrassonografia à beira do leito (Point-of-Care Ultrasound – POCUS) por enfermeiros durante o atendimento a vítimas de parada cardiorrespiratória (PCR) no ambiente pré-hospitalar. O objetivo do estudo foi compartilhar a experiência do uso do POCUS, seguindo o protocolo CASA (Cardiac Arrest Sonographic Assessment), integrado às diretrizes de reanimação cardiopulmonar (RCP) da American Heart Association (AHA), como ferramenta de apoio à tomada de decisão clínica.
BASTOS, F. J. S.; PACHECO, K. C. Uso do ultrassom à beira-leito por enfermeiro no atendimento à parada cardiorrespiratória no ambiente pré-hospitalar: relato de experiência. Revista Foco, v. 18, n. 9, e9647, 2025. Link para artigo completo: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/9647 |











